9 05 2008 - RP de Contrafacção
O que se terá passado é que a International AintiCounterfeiting Campaign encomendou a uma firma de relações públicas do Ohio, a Paul Werth Associates, uma campanha de desencorajamento à compra de sacos falsificados. A Coach, por seu turno, convenceu o Hunter College de New York a colocar uma turma de estudantes de relações públicas a trabalhar no seu caso. Assim, inventou-se um personagem, a estudante “Heidi Cee”, tendo sido criados blogues, vídeo no Youtube, páginas no MySpace, onde a “Heidi Cee” se queixava, primeiramente, de lhe terem roubado o seu saco Coach e, em seguida, de lho terem devolvido, altura em que veio a descobrir que o seu Coach era uma contrafacção.
Uma vez descoberta a falsa identidade da “Heidi Cee” que passou, ela própria, a ser considerada uma contrafacção.
8 05 2008 - A Comunicação e a Corporação
Todas as companhias lutam por sucesso operacional, incluindo o desenvolvimento de novos produtos, crescimento contínuo, aumento do market share e crescente rentabilidade.
A chave reside no foco em quatro qualificações fundamentais: a atitude da comunicação, as pessoas, o processo, os resultados.
7 05 2008 - Comunic’Arte
Pois… e também há uma página acerca de comunicação, com partilha de posts, fórum, etc.
É o Comunic’Arte e está aberta para inscrições.
Já lá estamos uns quantos.
[ ponto.cjt ]
A meu ver, este tipo de prática não é, infelizmente, tão anormal quanto possa parecer. Se pensarmos bem, não é somente na Internet que isto se passa, bastando um passeio pelo hipermercado para observar comportamentos semelhantes. Condenável sob todos os aspectos, este tipo de marketing é dirigido a quem não tem hipótese de se defender deste tipo de atitude agressiva. Invasivo, é um marketing que não hesitará mesmo contornar a supervisão dos pais, fornecendo para tal as ferramentas necessárias às crianças e que lhes permitam fugir ao despiste do histórico no browser. Não são raros os sites que explicam como fazer isso às crianças e, observando e ligando as coisas com alguma atenção, poderemos chegar à conslusão que estes sites não são tão inocentes como isso e que poderão revelar ligações a empresas ou produtos. De clique em clique, as crianças acabam por lá ir parar.
Cabe-nos a nós, enquanto consumidores dos produtos e da Internet, assegurarmos a devida regulação desta actividade. A melhor forma é o protesto veemente, por e-mail, por denúncia na blogoesfera [lembram-se da campanha da cerveja hetero?], por medidas mais censórias como o bloqueio do browser a esses sites. E cabe-nos, sobretudo, o esforço de não cairmos nós próprios na esparrela…
A presença dos representantes nacionais nos Jogos Olímpicos legitimiza as acções do governo chinês e falsamente cataloga a sua actuação como benigna para o seu povo. Os recentes acontecimentos de repressão no Tibete e as respostas da China às muitas controvérsias originadas estão sob o escrutínio internacional enquanto a China continua com a preparação dos Jogos. A contínua recusa do governo chinês em enfrentar a controvérsia impede os necessários progressos da região e contribui para o descontentamento geral. O alheamento dos representantes das nações em relação a estas e outras faces da política do governo de Pequim leva a que possam ser continuadas políticas de opressão política, de sinistros ambientais, de supressão de minorias étnicas e violação de direitos humanos.
Apesar das gentis chamadas de atenção ao governo chinês por parte de alguns governos em relação aos seus actos, a atitude de Pequim permanece autista. Os incidentes passados são evidência da ignorância propositada destes avisos por parte da China. Para além disso, a imposição de medidas drásticas, como embargos comerciais, deveria ser seriamente considerada, e não serem despachadas como simples ameaças sem fundamento.
Afinal de contas, voltamos à dicotomia da redundância/entropia, à preservação da blogoesfera enquanto telenovela contínua, cheia de grandes planos e a dificultar a visão em perspectiva. Lamento mas o que observo é que as notícias que importam pouco têm a ver com os editores. São antes avaliadas por milhares, que decidem o que importa ou não, sendo o papel dos editores tão simplesmente o de colocarem a sua escolha á prova. Isto quer apenas dizer que existe um negócio de notícias, no qual apenas é importante aquilo que tem aceitação no mercado. O Paulo perguntava-me, aqui há uns dias, o que está entre o jornalista e o mercado. Ainda não sei, mas começo a crer que não existe nada.
[ ponto.net ]
2 05 2008 - E Uma Homenagem de Aniversário
ATRASADA, COMO DE COSTUME… MAS NÃO MUITO.
E SEMPRE ACTUAL.
entrevistado por Ali G. A culpa é do Filinto. Imperdível.
E sim, vai para a secção estudos da comunicação, sim senhor!
Além de um excelente filme, The Breakfast Club é uma iniciativa de alguns amigos e colegas que visa fomentar a troca de ideias e experiências, a reflexão e o debate sobre temas relacionados com o sector da comunicação.
Pretende-se organizar regularmente (para já, quinzenalmente) «brunches» de convívio, para que essa troca de experiências seja mais próxima e interactiva.
A primeira destas sessões realiza-se já no próximo sábado, dia 3, no CCB, às 10h00. Poderão inscrever-se aqui. O tema escolhido para a primeira sessão foi o «PR Measurement».
Qualquer dúvida que tenham, não hesitem em colocá-la. Caso queiram participar ou manter-se a par de outras iniciativas, registem-se no The Breakfast Club.
2 05 2008 - Dar a CaraPois dar a cara quando comenta é o que já pode fazer no Certamente! Cá por mim, até acho a coisa engraçada, sem bem que não me veja a fazê-lo. Não que tenha alguma coisa contra o aparecimento [ou “aparição”, em alguns casos que imagino já] da fronha do escriba no blogue; antes pelo contrário, creio até ser uma prova de transparência, já que eleva a comunicação na blogoesfera para um patamar quase de primeiro nível, sendo desta forma possível avaliar o texto tendo em conta uma comunicação não-verbal que, embora inevitavelmente representada, não deixa de ser um importante incremento ao nível conversacional. E mais vantagens surgirão de certeza, à medida que vamos conhecendo mais uma caras que até agora permanecem escondidas pelas letras, algumas delas decerto bem mais interessantes que a do Paulo… ou que a minha. E depois, mais importante ainda, é que NÓS/VOCÊS [eu, não… sorry…] podemos deixar comentário da mesma forma. E o anonimato já não é o que era. Irão começar a aparecer embuçados?
Cá por mim, como digo, irei continuar a deixar-me andar por entre letras, sem imagem ou voz. Não sei porquê, contra todas as vantagens enunciadas e mais todas as outras por enunciar, e que são decerto bastantes, dá-me ares de escritor, esta coisa de teclar, simplesmente…
2 05 2008 - COFEECOFEE é o acrónimo de Computer Online Forensic Extractor, uma “thumb-drive” USB que a Microsoft disponibilizou discretamente a algumas agências de segurança em Junho passado. Trata-se de um pequeno aparelho que os investigadores podem utilizar e que descarrega rapidamente dados de computadores suspeitos de estarem relacionados com práticas criminosas.
O aparelho contém 150 comandos que conseguem reduzir substancialmente o tempo necessário para conseguir provas digitais, desencriptando passwords e analisando, não só a actividade do computador na Internet, como também os dados armazenados no disco rígido. Mais de dois mil agentes em 15 países, entre os quais a Polónia, as Filipinas, a Alemanha, a Nova Zelândia e, claro, os Estados Unidos, estão actualmente em posse do aparelho, que a Microsoft disponibiliza gratuitamente.

![Arquivo [ ponto.COM ]](http://img56.imageshack.us/img56/6406/pontocombb8.png)
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