» Carlos José Teixeira em Jun 13, 2008 arquivado em marketing | 0 Repostas
Brian Clark deixa o aviso no Copyblogger.
The first warning sign is when people speak in absolutist terms without qualification. If there’s no “it depends on the market” or “this works for lawyers in the Midwest but not on everyone, everywhere,” be wary.
This is a good indication you’re staring into the deep, still water of marketing narcissism. And if you become transfixed with your own reflection when encountering that pool of bad advice because it matches your own personal preferences, you’re about to become a victim, too.
Some aspects of sales and marketing are universal, and those are based on human psychology. So it’s no surprise that the scariest forms of narcissistic marketing ignore the fundamentals of human nature based on an idealistic notion that “it shouldn’t be that way because I personally don’t like it.”
» Carlos José Teixeira em Mai 28, 2008 arquivado em marketing | 0 Repostas
Quando os consumidores se tornam stakeholders activos na economia, tornam-se parte integral do valor do processo de criação. Uma nova dimensão é, então, aberta: a “Cadeia de Valor 2.0″.
Esta dimensão é, em certa medida, a continuação do conceito de cadeia de valor estabelecido por Michael Porter em 1985. No entanto, desta vez o foco está na economia participativa.
A cadeia de valor 2.0 leva em linhe de conta o consumidor activo na produção de valor, em todos os níveis de actividade de uma companhia. Desta forma, chamamos ao consumidor activo “ConsumActor”, para indicarmos esta realidade.
O ConsumActor actua em duas dimensões, como:
criador de contexto [acção]
criador de conteúdo [conhecimento]
Verifica-se o quão profundamente esta transformação na direcção do “customer empowerment” afecta a economia, especialmente nas indústrias baseadas na Internet.
A representação clássica da cadeia de valor de Michael Porter necessita, por isso, de ser repensada. Como pode a antiga cadeia de valor integrar as realidades não-lineares e complexas da economia participativa?
O diagrama da cadeia de valor 2.0 apresentado propõe uma adaptação da antiga cadeia de valor à economia directa.
» Carlos José Teixeira em Mai 26, 2008 arquivado em marketing | 0 Repostas
Os profissionais das vendas são conhecidos por manterem as informações mais valiosas bem junto ao peito. Mas os tempos são de mudança e cerca de 274 milhões de pessoas utilizam algum tipo de media social, trocando informação entre amigos e organizações numa base diária. Estas pessoas são a força de vendas de amanhã e espera-se delas que utilizem os sistemas CRM da mesma forma que o fazem agora.
Apesar de os vendedores serem tradicionalmente competitivos e não verem algum lucro na partilha de informações com colegas, as organizações começam a sentir-se cada vez mais confortáveis na utilização de meios online, tecnologias colaborativas e CRM social. O CRM social extende o CRM tradicional para além da simples colecção e análise de informação de um departamento de vendas para a partilha e utilização por todos os departamentos da organização, permitindo a correcta identificação dos mais influentes membros da sua base de dados de clientes. Assim, o CRM Social fornece às vendas os dados críticos necessários à construção de relações com clientes, prospectos, fornecedores e distribuidores, tudo isto pela utilização de uma única rede interactiva.
» Carlos José Teixeira em Mai 9, 2008 arquivado em marketing | 0 Repostas
O que se terá passado é que a International AintiCounterfeiting Campaign encomendou a uma firma de relações públicas do Ohio, a Paul Werth Associates, uma campanha de desencorajamento à compra de sacos falsificados. A Coach, por seu turno, convenceu o Hunter College de New York a colocar uma turma de estudantes de relações públicas a trabalhar no seu caso. Assim, inventou-se um personagem, a estudante “Heidi Cee”, tendo sido criados blogues, vídeo no Youtube, páginas no MySpace, onde a “Heidi Cee” se queixava, primeiramente, de lhe terem roubado o seu saco Coach e, em seguida, de lho terem devolvido, altura em que veio a descobrir que o seu Coach era uma contrafacção.
Uma vez descoberta a falsa identidade da “Heidi Cee” que passou, ela própria, a ser considerada uma contrafacção.
» Carlos José Teixeira em Mai 7, 2008 arquivado em marketing | 0 Repostas
Algures pelo caminho, os marketers esqueceram que a “venda pessoal” é um dos elementos centrais do mix de comunicação de marketing. Poucos marketers equacionam efectivamente as estratégias de vendas e as necessidades comunicacionais dos vendedores no planos de campanha.
Naquilo que se pode considerar o paradoxo definitivo, os resultados são prejudicados. O problema não é necessariamente uma falta de um pensamento “integrado” de comunicação de marketing, mas antes uma falta de componentes comunicacionais orientados para a venda.